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do cinema marginal brasileiro

Sobre fazer alguma coisa, seja lá o que for.

> Adiantar, não adianta, mas é sempre um ato.

Mesmo que

> Quando a gente não pode fazer nada, a gente avacalha

Sobre amores boêmios:

> Meus cotovelos têm calos de tanto se apoiarem nas mesas dos bares, mas à vezes acho que eles também dóem na alma.

Justificando uma amiga:

> Ela ficou assim por causa do sol.

Sobre amoralidade:

> Ele achava que se trair era humano, morrer também era.

Canção ouvida em um boteco:

> O meu peito é uma varanda .. onde o tempo .. já não anda …

Esta parece ser sobre o fracasso das escolas “estruturalistas”:

> As gerações passadas só conheciam as coisas erradas, só conheciam os erros. Nós, pelo menos, não conhecemos nada.

Ainda sobre “só sei que não sei”

> Eu não tenho nada a dizer, não tenho palavras. Teria que inventar um alfabeto novo, colorido.

Sobre desesperança

> Eu já sei como a gente vai acabar. Numa poça de sangue, como num batizado.

Sobre esperança:

> O mundo é mágico, bicho.

_Sorry_, não tenho as fontes das citações. Estão anotadas numa capa de caderno, usada à pressas durante o festival de cinema marginal do CCBB há uns seis anos.

Discussion

One comment for “do cinema marginal brasileiro”

  1. Eu prometo que vou aderir aquela dos cotovelos, just for fun.

    Aline

    Posted by Aline | August 4, 2005, 4:40 pm

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