Sobre fazer alguma coisa, seja lá o que for.
> Adiantar, não adianta, mas é sempre um ato.
Mesmo que
> Quando a gente não pode fazer nada, a gente avacalha
Sobre amores boêmios:
> Meus cotovelos têm calos de tanto se apoiarem nas mesas dos bares, mas à vezes acho que eles também dóem na alma.
Justificando uma amiga:
> Ela ficou assim por causa do sol.
Sobre amoralidade:
> Ele achava que se trair era humano, morrer também era.
Canção ouvida em um boteco:
> O meu peito é uma varanda .. onde o tempo .. já não anda …
Esta parece ser sobre o fracasso das escolas “estruturalistas”:
> As gerações passadas só conheciam as coisas erradas, só conheciam os erros. Nós, pelo menos, não conhecemos nada.
Ainda sobre “só sei que não sei”
> Eu não tenho nada a dizer, não tenho palavras. Teria que inventar um alfabeto novo, colorido.
Sobre desesperança
> Eu já sei como a gente vai acabar. Numa poça de sangue, como num batizado.
Sobre esperança:
> O mundo é mágico, bicho.
_Sorry_, não tenho as fontes das citações. Estão anotadas numa capa de caderno, usada à pressas durante o festival de cinema marginal do CCBB há uns seis anos.
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Eu prometo que vou aderir aquela dos cotovelos, just for fun.
Aline